Fifth Harmony concede entrevista para a Cosmopolitan México.

Foi divulgado hoje que o Fifth Harmony está na capa da revista Cosmopolitan México e, claro, que isso gerou uma entrevista e fotos maravilhosas. Confira tudo abaixo:

Embora tenham começado seu sonho separadamente, o destino fez com que se reunissem e formassem uma banda em 2012, dentro do programa The X Factor. Naqueles dias, elas ganharam o terceiro lugar; No entanto, o destino tinha lhes preparado outras surpresas.

Normani Kordei, Lauren Jauregui, Allyson Brooke Hernandez, Dinah Jane Hansen e Camila Cabello eram as integrantes que formavam Fifth Harmony até dezembro do ano passado. Seu sucesso com “Worth It” abriu as postas para a fama em nível mundial, mas sua beleza e seus estilos de impacto que harmonizaram perfeitamente com a personalidade de cada uma e o carisma de todas nos fez redobrar nossa fé em girlbands. E, embora anunciar no início deste ano que se tornariam um quarteto, a saída de Camila tem dado oportunidade a uma série de rumores, mas também a uma nova era para a banda, a qual se considera mais forte e mais madura do que nunca, e que se encontra preparando músicas para revolucionar suas cabeças. Seu terceiro álbum está sendo feito e, sem dúvidas, já queremos escutá-lo.

O que mudou desde que estavam no The X Factor em 2012?
Ally: Temos evoluído como mulheres e como artistas. Agora mais do que nunca sabemos quem somos.

Qual é o maior desafio de ser uma girlgroup?
Dinah: O mais desafiante, como mulher nesta indústria e ao lado dessas lindas mulheres, é presenciar o duplo padrão que existe em relação ao que usamos durante as apresentações. Nossas roupas e coreografias têm sido rotuladas como promíscuas ou escandalosas, quando na realidade demostramos que nos sentimos seguras com quem nós somos. Quando um homem está no palco, é fácil ver pessoas babando quando tiram a camisa. As pessoas têm que nos aceitar pelo que representamos e por sermos autênticas, sem se importar com o que os outros pensam, e nos amar. Os encantam que somos mulheres com segurança e que não temos medo ou sentimos vergonha de mostrar o nosso lado sexy, porque isso também é parte de ser meninas, fortes, bem sucedidas e também, empoderadas.

Nosso slogan é ‘Divertido, destemido e feminino’, com qual se identificam?
Ally: Acredito que, individualmente, representamos esse slogan de nossa maneira.

Quem é a mais sexy?
Normani: Todas. Somos diferentes e cada uma fornece algo, o que nos torna únicas e nos dá uma certa individualidade, o que me encanta. Somos seguras, mas não temos medo de ser vulneráveis e apoiarmos umas as outras, nem de ajudar aos outros, e isso é o mais poderoso e sexy que uma mulher pode ser.

Planejam fazer uma viagem na América Latina, incluindo o México?
Ally: México é muito especial para mim, porque sou mexicana, temos passado por muitas experiências lá e esperamos voltar em breve.

Como se sentem com essa nova etapa?
Lauren: Estou muito animada com os processos criativos e as pessoas com quais temos trabalhado, e me conhecer como compositora tem sido genial. Desafiar a mim mesma a encontrar a essência de Fifth Harmony e buscar como beneficiar a todas tem sido o mais legal.
Ally: Estamos muito orgulhosas deste álbum e animadas de compartilhá-lo com os fãs. Sem dúvidas, eles são a nossa inspiração.
Normani: Tivemos a oportunidade de começar desde cedo e criar um som único para Fifth Harmony. É o nosso terceiro álbum e temos adquirido experiência com a indústria, e com outros artistas… Aprendemos de todos os lados e sabemos que as más ideias não existem. Todos têm algo a oferecer.

O que podemos esperar dessa nova etapa?
Ally: Há sons urbanos maravilhosos misturados com melodias POP, assim como harmonias com um pouco de funk. Estamos animadas de poder compartilhar isso com o mundo. Não consigo tirar algumas melodias de minha cabeça. Há poucos dias tivemos uma festa e nos sentimos animadas.
Lauren: Tem um pouco de tudo, mas com um toque de Fifth Harmony.
Dinah: A vibração, definitivamente, coincide com os nossos estilos e brincar com muitos toques urbanos.
Normani: Considero que esse projeto é mais natural e adulto. É mais maduro e empático, baseado em nossas experiências.

Por serem figuras públicas, como lutam a favor do empoderamento feminino?
Normani: Acredito que a base de Fifth Harmony representa o girl power (poder feminino) e apoia outras mulheres; é o reflexo do que somos. Nos conhecemos, a princípio, em 2012 no The X Factor com um objetivo comum, e lá tornamos realidade, para viver nossos sonhos. Acho que como figuras públicas é nossa responsabilidade e acredito que o mundo realmente escuta o que temos a dizer. Nosso trabalho é ser um exemplo do que representamos no dia a dia, que é amar o próximo e tirar um tempo para dizer: “Eu amo como você se arrumou hoje”, “eu gosto de seu estilo”, “você está indo muito bem”. A gente pode pensar que odiamos umas as outras pelo fato de sermos mulheres, mas, na verdade, é que é possível ser super poderosas sem ter que “ofuscar” as outras.

Quais reações vocês esperam dos fãs?
Normani: Eles nos apoiam nossa mensagem e o que representamos. Considero que é a razão por sermos assim. Nós devemos tudo a eles. Escutar suas histórias e aventuras nos motiva a amá-los ainda mais. E somos uma equipe, temos amizade e uma família entre nós.

O que de mais legal já aconteceu em uma turnê?
Ally: Em um de nossos shows na Ásia, o público não podia se movimentar durante o show por conta das leis do país, mas no final todos se levantaram e dançaram. Foi um momento lindo.

Que características vocês têm em comum?
Dinah: Acho que nunca nos perguntaram isso! Eu diria que a peculiaridade de nossas personalidades compartilhadas são a energia. Somos muito diferentes, mas formamos uma grande equipe.

Quando não estão no palco, o que fazem como amigas?
Ally: Amamos comer! Alguns de nossos momentos favoritos são quando estamos sentadas, falando da vida e comento. Também saímos para dançar de vez em quando, nos deixamos levar e simplesmente nos divertimos.

Como muda seus relacionamentos quando não estão trabalhando?
Dinah: O fato de que passamos cinco anos juntas, fez com que nos conhecêssemos tanto que é impossível separar o trabalho. Podemos estar no estúdio e gravando músicas e logo após, devido a proximidade que temos, nos comportamos como se nos conhecêssemos durante toda a vida. Compartilhamos quartos, cozinhamos juntas e falamos sobre nossas vidas. O fato de que podemos fazer demostra quão conectadas que estamos e a verdadeira amizade que temos.

Têm sido difícil encontrar o amor?
Dinah: Quando alguém me interessa, me entrego totalmente; sou muito apaixonada, mas ao mesmo tempo sou um pouco ingênua e sair machucada, pois tenho uma ideia muito romântica do amor. Das minhas experiências, aprendi a me controlar e construir uma amizade para ver se estamos no mesmo plano. Acredito que o amor é muito complicado. É difícil sair com alguém no mundo profissional que vivemos, de certa forma, é como um outro trabalho; é muito complicado manter uma relação com esse estilo de vida, os shows, gravações e tantas viagens. Sinto que a chave é não se antecipar e levar tudo muito tranquilamente.

O que aconselhariam a outras garotas para que sejam felizes, mesmo sem ter um namorado?
Normani: Considero que o melhor conselho seria que reconheçam seu valor sem um homem, e que acreditem em uma identidade própria. O mais importante é encontrar o amor em si mesma, para que alguém mais possa te amar. O essencial é aceitar todos os seus jeitos, conhecer-se e lembrar que qualquer momento é oportunidade. Rodear-se de pessoas positivas; não têm que ser necessariamente um namorado! Por exemplo, sou feliz e sou solteira, posso contar com minha mãe, ou melhor amiga, ou meu pai, minha avó… Mas conheça o processo, respeite-se, conheça-se, nunca abaixe seus padrões por um homem e espere, confia, que tudo chegará em seu momento.

Acreditam que o feminismo é o oposto de ser sexy?
Lauren: Não sei por que alguém pensaria isso. Acredito que o feminismo é incrivelmente sexy. Acho muito atraente quando as pessoas se preocupam os direitos dos demais. Acho que é maravilhoso quando nos tornamos empáticos, seja com um homem ou com uma mulher. As meninas que entendem seu poder e sua fortaleza, e que escolhem lutar pelo que merecem, são lindas. E um homem que consegue reconhecer que existe muito machismo no mundo é ultrasexy.

Uma de suas metas é:
Lauren: Fazer os outros felizes e sermos felizes.
Ally: Com esse álbum, queremos que o mundo saiba quem nós somos e esperamos que gostem de nossa música, porque nós fizemos com muito amor. Este CD significa muito para nós.
Dinah: Como mulheres, queremos que as pessoas, depois de escutar nossa música, aprendam a amar-se e saibam que podem ser qualquer coisa. Que se põe esforço em seus sonhos, tudo é possível. E por ser um grupo multicultural, representar orgulhosamente as mulheres de diferentes raças ou nacionalidades, para que possam alcançar o que desejar, sem se importar de onde venham. E como artista polinésia, eu nunca tinha realmente uma celebridade que admirava quando era criança, acredito que ter me tornado um exemplo, e sempre tentar ser um exemplo para as mulheres polinésias.
Normani: Estar satisfeita com o que fazemos: Temos gravado muitas músicas e realizada muitas apresentações e tantos vídeos…Estou contente com nosso trabalho e respeito todos que nos rodeiam, por isso me sinto muito orgulhosa de cada conquista, e gostaria de continuar assim.

Acreditam que o feminismo é o oposto de ser sexy?
Lauren: Os bombons e as tortas de maça do Mc Donald’s.
Ally: As sobremesas! Tortas, bolinhos, pastéis, muitas guloseimas… Posso ficar comendo o tempo todo!
Dinah: Hot Cheetos! Desde que tinha sete anos, sempre passava um caminhão perto de minha casa e parava para poder comprar. E os conheci graças a meu avô. Por isso tenho sido viciada desde então.
Normani: Ver vídeos no YouTube (tutoriais ou brincadeiras). Literalmente, posso ficar acordada a noite toda quando deveria estar dormindo. Dá três horas da manhã e continuo assistindo vídeos de brincadeiras para namorados, tutoriais de cabelos, maquiagem ou de beleza. É uma paixão que tenho e que pode me roubar horas e horas do dia ou da noite.

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