Ally Brooke concede entrevista para a Glamour Magazine

Vem conferir na integra a tradução da entrevista de Ally para a Glamour.

Me tornar uma artista solo tem sido um novo capítulo da minha vida. Depois de Fifth Harmony, eu senti uma misto de emoções, nas na maioria das vezes, eu me senti muito animada pelo o que estar por vir. Pela primeira vez em minha carreira, eu sinto como se eu finalmente tivesse o poder de colaborar com quem eu quero, e eu estou contribuindo com ideias para uma forte equipe. Estar no controle, finalmente, é muito importante para mim porque isso é a minha carreira. Essas serão as músicas em que minha voz será ouvida.

Um dos momentos mais animador nesse novo capítulo aconteceu quando minha equipe veio até a mim no começo de setembro com a ideia de trabalhar apenas com mulheres. Eu tenho gravado na maior parte do verão em uma indústria dominada pelos homens, então ser capaz de mudar e unir várias mulheres parecia incrível. Não me leve a mal, eu sempre me senti respeitada pelos homens compositores e produtores que eu trabalhei, e nós nos divertimos muito juntos. Mas não há nada como a energia feminina, não é mesmo.

Então, nós tivemos juntas por dois dias no estúdio Glenwood no fi al daquele mês com cerca de 15 talentosas e diversas produtoras e compositoras. Todas tinham uma experiência diferente, histórias e créditos aos seus nomes, mas todas chegamos com a mesma intenção: elevar umas as outras, fazer nossa comunidade feminina mais forte e mostrar o quão bonito é para as mulheres trabalhar juntas.

Eu nunca trabalhei com ninguém em um acampamento antes, então nós começamos nos encontrar e nos apresentar. Nós falamos sobre o motivo que viemos a trabalhar com música, e eu fui movida pela a história de todas. Uma das engenheiros disse que ela é uma professora de dança profissional, outra produtora disse que ela quase virou contadora. Quando minha vez chegou, eu falei sobre o que aprendi durante meu tempo em Fifth Harmony, e todas as experiências que eu quis falar agora que estou sozinha.

Depois que terminamos de nos apresentar, nos dividimos em duas salas, eu fui para o estúdio B primeiro e gravei a canção mais vulnerável de todas. La haviam 6 de nós, uma das produtoras pegou um violão, tocou o acorde, e a música aconteceu a partir daí. Nós estávamos compartilhando nossas emoções umas com as outras, e parecia que estávamos conectadas. Foi muito encorajador estar naquele lugar, estar arrodeada de mulheres acolhendo e apoiando umas a outras. Não havia egos, nem agendas escondidas, ninguém querendo ter todo o crédito. Foi muito poderoso estar numa sessão onde eu senti que eu podia ser eu mesma. Eu me senti segura o suficiente para me sentir vulnerável.

A música saiu lindamente, e eu estou muito orgulhosa de ter escrito. Isso foi auto reflexivo, inspirado por emoções honestas que todas nós compartilhamos como mulheres. Eu mal posso esperar para compartilhar isso.

Esse é o motivo que eu acho imperativo que as mulheres se apoiem. Nós somos poderosas. Nós amamos. Nós possuímos muitos sentimentos dentro de nós. Nós trabalhamos duro para alcançar nossos sonhos. Imagine o que nós podemos alcançar se trabalharmos juntas. Existem muitas mulheres, não só na indústria, que precisam da nossa ajuda e nas nossas vozes. Nós deveríamos ser amigas unas das outras, e isso me deixa de coração partido de ver que não somos gentis para nós mesmas. Eu tive experiência disso, e é terrível. Isso te machuca profundamente. Trabalhar com essas incríveis mulheres no acampamento de escrita me lembrou que todas nós somos únicas e temos algo incrível a oferecer. Quando nós nos unimos, nós podemos mudar o mundo.

Brooke está trabalhando em seu debut como artista solo para Atlantic Records.

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